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Sumaré, 10 de Agosto de 2009 - 11:48 hs |
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Remédios contra nova gripe: Equipe de Oxford revisou 7 avaliações clínicas de crianças
Nova Gripe
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Não se deve medicar crianças com frequência com remédios contra a gripe como o Tamiflu porque não há evidências de que possam impedir de fato complicações. Além disso, efeitos colaterais potencialmente prejudiciais podem superar eventuais benefícios. Foram conclusões de pesquisadores da Universidade de Oxford que foram divulgadas nesta segunda (10) no “British Medical Journal”.
Liderados por Matthew Thompson, os especialistas afirmam que os antivirais abreviam a gripe nas crianças em cerca de um dia, mas não evitam ataques inflamatórios das vias aéreas nem reduzem a probabilidade de que seja preciso tomar antibióticos. A análise foi baseada na revisão sistemática de sete estudos clínicos que avaliaram o uso de Tamiflu (da Roche) e Relenza (da GlaxoSmithKline) por crianças de 1 a 12 anos de idade em surtos de influenza sazonal. Segundo Thompson, “não há razão” para argumentar que suas conclusões não sejam aplicáveis à nova gripe.
O estudo recomenda que, considerando a baixa taxa de mortalidade da pandemia, uma “estratégia mais conservadora” na prescrição do remédio seria um caminho mais “prudente”, tendo em vista a limitação de dados disponíveis sobre os efeitos da medicação, como vômitos, e o potencial para o desenvolvimento de cepas resistentes de vírus influenza.
Governos ao redor do mundo formaram imensos estoques de Tamiflu e Relenza. As medidas fazem parte dos planos nacionais de redução de danos da pandemia. No caso da Grã-Bretanha, centenas de milhares de doses de Tamiflu foram administradas a pacientes infectados pelo vírus H1N1 – dos quais a metade era formada por crianças.
Fonte:EPTV.
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